”Fonte:
Organização Mundial da Saúde (OMS) – Relatórios globais sobre HIV/AIDS, tratamento antirretroviral e expectativa de vida.”
CONFIRMADO: O HIV JÁ NÃO É UMA DOENÇA TERMINAL
Durante décadas, receber um diagnóstico de HIV era visto como uma sentença definitiva. Nos anos 1980 e 1990, a infecção estava associada a um rápido declínio da saúde e à morte precoce. Hoje, esse cenário mudou radicalmente.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), embora aproximadamente 42,3 milhões de pessoas tenham morrido por doenças relacionadas à AIDS desde o início da epidemia, os avanços da medicina transformaram completamente o curso da infecção pelo HIV.
Os dados mostram essa virada histórica:
Evolução da expectativa de vida
1996: uma pessoa vivendo com HIV tinha expectativa média de vida em torno de 39 anos
2011 em diante: com acesso adequado ao tratamento, a expectativa de vida passou a se aproximar de 72 anos, semelhante à da população geral sem HIV
O principal responsável por essa mudança são as terapias antirretrovirais modernas, que:
Controlam a replicação do vírus
Preservam o sistema imunológico
Evitam o desenvolvimento da AIDS
Permitem uma vida longa, produtiva e funcional
Hoje, pessoas vivendo com HIV e em tratamento adequado podem trabalhar, formar famílias e envelhecer com qualidade de vida. O vírus não foi erradicado, mas deixou de ser uma condição terminal.
A ciência mudou a história.
E milhões de vidas foram transformadas com ela.
📚 Fonte:
Organização Mundial da Saúde (OMS) – Relatórios globais sobre HIV/AIDS, tratamento antirretroviral e expectativa de vida.







