”FONTE: CURIOSIDADES DESVENDADAS”
Em 24 de outubro de 1836, o inventor norte-americano Alonzo Dwight Phillips registrou a patente da primeira fósfora de fricção, uma das invenções mais simples e transformadoras da história. Antes dela, acender o fogo exigia esforço, paciência e ferramentas rudimentares como pederneiras e iscas inflamáveis.
Com a mistura de fósforo, enxofre e clorato de potássio, Phillips criou um palito capaz de gerar fogo instantaneamente ao ser riscado — um avanço revolucionário para o cotidiano. Sua patente, de número 68, tornava o fósforo o primeiro meio prático e portátil de produzir chama com segurança.
Inspirado em experimentos do químico inglês John Walker, Phillips aperfeiçoou a fórmula e tornou o produto acessível ao público, permitindo o uso doméstico e comercial em escala global. As primeiras caixas eram luxuosas, com cerca de 50 palitos, e logo se tornaram item indispensável em lares, cozinhas e oficinas.
A invenção do fósforo acendeu não apenas chamas, mas também uma nova era de praticidade e progresso. Pequeno em tamanho, gigantesco em impacto, o fósforo é símbolo de engenhosidade humana e da capacidade de transformar uma faísca em revolução.



